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Dr. Furlan
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Fumar faz mal à saúde e mata.
 
   
CIGARRO E CORAÇÃO: COMBINAÇÃO MORTAL

No Brasil, 200 mil pessoas morrem ao ano em decorrência do tabagismo; também anualmente, 80 mil óbitos por doenças cardiovasculares estão ligados ao uso do tabaco.

Com o avanço da medicina e da comunicação, são bem difundidos os danos que o tabagismo causa à saúde dos fumantes e até mesmo dos não fumantes. Portanto, é público que um dos principais aparelhos afetados é 
simplesmente o órgão mais importante do corpo humano: o coração.

Conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabagismo é o segundo maior fator de risco para doenças cardiovasculares. Por acelerar o processo da aterosclerose, pode causar infarto do miocárdio, angina, acidente vascular encefálico e doença arterial periférica.

“Em mulheres que fumam e fazem uso de contraceptivo  hormonal ”, informa Carlos Alberto Machado, coordenador de Ações Sociais da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), “aumenta-se o risco cardiovascular em até 20 vezes”.

Carla Lantieri, coordenadora-geral do Projeto Coração de Estudante da SOCESP, explica que o tabagismo é 
importante fator de risco na doença aterosclerótica,  particularmente em sítios não coronários: “O tabaco prejudica a função do endotélio, é capaz de induzir à inflamação e propicia o aparecimento das placas de 
ateroma. Aliás, a possibilidade de risco aumenta principalmente com o cigarro ligado à utilização do anticoncepcional oral e à vida sedentária. Hoje em dia, 
na posição de mulher moderna voltada cada vez mais à profissão, tais associações – junto ainda ao estresse – acabam acumulando uma série de fatores complicadores para doenças cardiovasculares, uma vez que deixam em segundo plano uma vida mais saudável.”

Estudo realizado por instituições canadenses, o estudo de caso-controle internacional chamado de Interheart, avaliou de forma sistematizada a importância de fatores de risco para doença arterial coronariana ao redor do mundo. Foram 262 centros em 52 países dos cinco continentes, em que pacientes com infarto agudo do miocárdio (IAM) nas primeiras 24 horas foram pareados (idade e sexo) em controles hospitalares.“Considero o estudo Interheart muito claro em demonstrar a relação linear entre o número de cigarros consumidos por dia e o risco de um infarto”, diz Carlos Alberto.
Fumantes de até cinco cigarros por dia apresentaram aumento do risco relativo de IAM em 1,5 vezes; fumantes de até meio maço (10 cigarros) em duas vezes; 
fumantes de até um maço (20 cigarros) em quatro vezes e fumantes de até dois maços (40 cigarros) em oito vezes.

Campanhas de Prevenção:
Carla Lantieri atenta para o trabalho praticado atualmente pelo Instituto Nacional de Combate ao Câncer (Inca) e por entidades como a SBC e a SOCESP, 
que também atuam de forma admirável na prevenção do tabagismo, com foco em crianças e adolescentes.
“Temos um programa chamado Coração de Estudante, no qual vamos a escolas com o intuito de orientar e incentivar à prática de atividades físicas. É fundamental pensar nesta parcela da população; a adolescência é o período em que as pessoas experimentam e começam a fumar.” Carlos Alberto lembra também que, todo ano, em 31 de maio, Dia de Combate ao Tabagismo, são desenvolvidas ações de esclarecimento à população 
acerca do tema em todo o Brasil.

Vigitel
O sistema de monitoramento das Doenças Não Transmissíveis do Ministério da Saúde – o VIGITEL – mostrou em 2010 que a frequência de adultos que 
fumam variou entre 8,3% na cidade de Salvador e 20,0% em Rio Branco.“Os resultados atestam também que as maiores frequências de fumantes foram encontradas, entre homens, em São Paulo (22,8%), Campo Grande 
(22,2%) e Porto Velho (21,0%); entre mulheres, em Rio Branco (19,6%), Porto Alegre (18,6%) e São Paulo (16,8%)”, expõe Carlos Alberto. Já as mais baixas frequências de fumantes no sexo masculino são em 
Salvador (9,6%), Aracaju (13,0%) e Rio de janeiro (13,4%); no sexo feminino,nas cidades de São Luís (5,6%), Macapá (6,9%) e Manaus (7,1%).

ÍNDICES DE MORTALIDADE
Doenças cardiovasculares causadas pelo tabagismo no Brasil: 80mil mortes por ano.

25% das mortes por infarto do miocárdio
45% por doença coronariana
85% por bronquite e enfisema
25% por doenças vasculares

 
   
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